Manutenção





Manutenção e Tratamento de Piscinas

 

Impulsionado pelo clima brasileiro e na busca de um diferencial competitivo, condomínios, clubes, academias, hotéis, motéis e outros empreendimentos passaram a instalar piscinas como opção de lazer para seus públicos, demandando profissionais para manutenção. Entretanto, a água é um dos principais meios de transmissão de doenças e não raro, mesmo cristalina, não é uma água saudável. É necessário cuidado com a higienização e a manutenção dos equipamentos de tratamento e filtragem, visto a responsabilidade dos administradores desses empreendimentos diante da legislação. 

 

As diversas técnicas e cuidados, em especial no trato com produtos químicos, precisam ser disseminados entre os tratadores para que sejam evitados acidentes, desperdício de material e garantia da qualidade da água para uso humano, como também, a preservação do recurso hídrico e do meio ambiente.

 

Além das piscinas de uso coletivo, também é crescente a instalação de piscinas residenciais, gerando um mercado de trabalho para tratadores mais seletos, qualificados e comprometidos. Assim a Maria Piscinas assume este compromisso e possibilita a realização e uso geral da Piscina com a máxima segurança e tranquilidade que é necessária.

 

condomínios, clubes, academias, hotéis, motéis e outros empreendimentos que precisam destes serviços, é aconselhável que façam contratação de mão de obra qualificada e profissional, serviços encontrados com seriedade na Maria Piscinas, evitando alguns riscos:

 

  • Adequação com vigilância Sanitária;
  • Causas trabalhistas (possibilidade de autônomos reivindicarem vinculo trabalhista com o condomínio);
  • Isenção legal do síndico;
  • Risco de ação trabalhista de funcionários solicitando acumulo de funções ou desvio de funções;
  • Ausência repentina da prestação de serviço por falta da pessoa para execução do serviço (deixando a piscinas sem possibilidade de usos);
  • Planejamento financeiro;

 

Pensando nessa realidade é que a Maria Piscinas disponibiliza serviços profissionais para a Manutenção e Tratamento de Piscinas visando atender as demandas do mercado, suprindo com serviços especializados e promovendo o atendimento à legislação.


Informação Importante:

Quais são as regras e procedimentos que devem ser seguidos em todas as piscinas coletivas?

O dispositivo legal que disciplina a manutenção e uso de piscinas coletivas é a Resolução número 0003, de 15/02/2001, da Diretoria da Vigilância Sanitária – DVS. Nessa norma técnica estão determinados todos os deveres de administradores e proprietários deste tipo de piscina.

Segundo a resolução citada, piscinas de uso coletivo são “aquelas destinadas ao uso de associados de uma entidade (clubes, escolas, associações, academias), hóspedes de hotéis, motéis, casas de banho, residentes permanentes de condomínios, asilos, sanatórios e ao público em geral”. Sendo assim, todas as piscinas localizadas nestes estabelecimentos devem seguir tal normativa a fim de não incorrerem em ilegalidade passível de multas e interdições.

Para seu funcionamento legal, todos esses empreendimentos devem possuir autorização expedida pela autoridade sanitária competente. Tal autorização é concedida por meio de Alvará Sanitário. Contudo, tal documento só é emitido cumprindo-se os seguintes requisitos:

  • Possuir responsável técnico pelo tratamento da piscina regularmente inscrito no Conselho Regional de Química;
  • Possuir livro de registro para controle das leituras de pH e cloro;

Uma vez que se possua autorização para funcionamento, é também de suma importância o controle da qualidade da água com o intuito de se evitar a transmissão de doenças entre seus banhistas, sendo os parâmetros explicitados na normativa os seguintes:

  • cloro residual deverá estar compreendido entre 0,8 mg/l a 1,5 mg/l;
  • pH da água deverá ficar entre 7,2 e 7,8;
  • limpidez da água deve apresentar um padrão que permita a visualização, à luz do dia, do ponto mais profundo do tanque;
  • superfície da água deverá estar livre de matérias flutuantes e espumas estranhas à piscina, não devendo existir detritos no fundo do tanque;
  • Análise Físico-química deverá ser realizada mensalmente, devendo seu resultado ser afixado em local de fácil visualização e acesso ao usuário;
  • Análise Bacteriológica deverá ser realizada mensalmente, não sendo admitida a presença de germes do grupo coliforme em 10 ml da amostra em 5 porções consecutivas. O resultado da análise deverá ser afixado em local de fácil visualização e acesso ao usuário;
  • Os usuários das piscinas coletivas e/ou de uso especial deverão submeter-se a exames médicos a cada 6 (seis) meses, cujo atestado deverá ser exigido pelo proprietário ou responsável.

Caso o estabelecimento não atenda a tais determinações, estará sujeito a multas e interdições segundo o Código Sanitário do Estado, Lei Estadual nº 6.320, de 20/12/83, que dispõe sobre normas gerais de saúde, estabelece penalidades e dá outras providências.


Fonte:https://piscinafacil.com.br/tire-suas-duvidas-sobre-manutencao-de-piscinas/ 

 


fonte: http://www.es.senac.br/cursos/conservacao/manutencao_tratamento_piscinas.html 




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